quinta-feira, 13 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
OFÍCIO DE MESTRE
“ Oração Nossa
Senhor ensina-nos a orar, sem esquecer o trabalho. A dar, sem olhar a quem. A servir, sem perguntar até quando...
A sofrer, sem magoar, seja quem for.A progredir, sem perder a simplicidade.A semear o bem, sem pensar nos resultados...
A desculpar, sem condições.A marchar para frente, sem contar os obstáculos. A ver sem malícia...
A escutar, sem corromper os assuntos. A falar, sem ferir. A compreender o próximo, sem exigir entendimento...
A respeitar os semelhantes, sem reclamar consideração. A dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever, sem cobrar taxas de reconhecimento...
Senhor, fortalece em nós, a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros, para com as nossas próprias dificuldades...
Ajuda-nos para que a ninguém façamos aquilo que não desejamos para nós...
Auxilia-nos, sobretudo, a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será, invariavelmente, aquela de cumprir seus desígnios onde e como queiras, hoje, agora e sempre”.
Senhor ensina-nos a orar, sem esquecer o trabalho. A dar, sem olhar a quem. A servir, sem perguntar até quando...
A sofrer, sem magoar, seja quem for.A progredir, sem perder a simplicidade.A semear o bem, sem pensar nos resultados...
A desculpar, sem condições.A marchar para frente, sem contar os obstáculos. A ver sem malícia...
A escutar, sem corromper os assuntos. A falar, sem ferir. A compreender o próximo, sem exigir entendimento...
A respeitar os semelhantes, sem reclamar consideração. A dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever, sem cobrar taxas de reconhecimento...
Senhor, fortalece em nós, a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros, para com as nossas próprias dificuldades...
Ajuda-nos para que a ninguém façamos aquilo que não desejamos para nós...
Auxilia-nos, sobretudo, a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será, invariavelmente, aquela de cumprir seus desígnios onde e como queiras, hoje, agora e sempre”.
domingo, 2 de junho de 2013
SAUDOSISMO E FELICITAÇÕES
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Em 13 de abril de 2012, foi
sancionada a lei 12.612 que declara o educador Paulo Freire Patrono da Educação
Brasileira. Foi o brasileiro mais homenageado da história: teve obras
traduzidas em mais de 20 idiomas e ganhou 41 títulos de Doutor Honoris Causa de
universidades como Harvard, Cambridge e Oxford.
Considerações
O modelo de educação proposto por Paulo
Freire se diferencia da educação tradicional, pois abomina dentre outras coisas
a dependência dominadora, que inclui dentre outras a relação de dominação do
educador sobre o educando.
Na ação educativa libertadora, existe uma
relação de troca horizontal entre educador e educando exigindo-se nesta troca,
atitude de transformação da realidade conhecida. É por isso, que a educação
libertadora é acima de tudo uma educação conscientizadora, na medida em que
além de conhecer a realidade, busca transformá-la, ou seja, tanto o educador
quanto o educando aprofundam seus conhecimentos em torno do mesmo objeto cognoscível
para poder intervir sobre ele.
Neste sentido, quanto mais se articula o
conhecimento frente ao mundo, mais os educandos se sentirão desafiados a buscar
respostas, e consequentemente quanto mais incitados, mais serão levados a um
estado de consciência crítica e transformadora frente à realidade. Esta relação
dialética é cada vez mais incorporada na medida em que, educadores e educandos
se fazem sujeitos do seu processo.
ANALISANDO DEPOIMENTOS DE LEITURA E ESCRITA NA VIDA
Por tudo que li e ouvi internisei que a leitura nos permite caminhar por mundos desconhecidos, nos abre portas, olhares, mente, liberta, nos faz sonhar os sonhos que já foram sonhados por alguens, permite opinarmos, reformularmos, recriarmos, julgarmos e nos humanizarmos. Que mais ainda liberta a escrita que nos diferencia dos outros animais. Escrita essa que deve ser espontânea, mediada se necessário, baseada em práticas de leitura, pesquisa de campo, narrativas, incentivada, reconhecida, afim de estimular o leitor/escritor a flanar, entregar-se e assim crescer pessoalmente. Uma educação em 3.0 e não 1.0.
Baseado nos depoimentos de:Marilena Chauí, Danuza Leão, Newton Mesquita, Anna Veronica Mautner,Contardo Calligaris, J.C Violla, Nina Horta, Antonio Candido, Rubens Alves, Moacir Scliar, Nilson J. Machado, Gabriel(O PENSADOR), Gilberto Gil ,Clair Feliz Regina
DEPOIMENTO DE LEITURA E ESCRITA
Ainda criança (6 anos), já via minha irmã (7 anos) estudar em uma escola de zona rural no Bairro da Anhumas, município Ubirajara-SP, e chorava de vontade de ir estudar com ela.
A professora era encantadora e se chamava Creusa. A mesma permitiu que às vezes eu fosse assistir a suas aulas com minha irmã, isso me causou imensa alegria.
Professora que lecionava com uma “lousinha” pequena e subdividida em quatro partes (1ª à 4ª série), mas que mesmo com isso, sendo merendeira, servente, inspetora e mestre, fazia a sua parte na escolarização de um grupo de crianças da zona rural. Tudo com muito zelo, presteza, amor, dedicação e entrega.
Assim, meu primeiro encanto pelo mundo das letras, números, leitura e narrativas, foi investigado por essa bela profissional.
No ano seguinte vim para Alvinlândia-SP e como já estava em idade de 1ª série, não fiz pré-escola, mas meus colegas sim. Sofri muito, me sentia perdida, incompreendida, descuidada e discriminada pela minha condição social. Mas, caminhei com dificuldades, auxiliada por meus familiares e no fim venci.
Nunca me esqueço e acho que até hoje odeio a letra do alfabeto maiúsculo cursivo, pois por não conseguir seu traçado fui muito humilhada, criticada aos berros e chorei muitas vezes.
Depois só me lembro de ser tudo tranquilo (2ª a 4ª série), mas ainda sentia a diferença de tratamento entre as classes social presentes na sala.
Fui uma aluna de nível médio, sempre muito incentivada por meus pais a estudar, respeitar os mais velhos e ser gente ao crescer (fala de meus pais).
Foi de 5ª a 7ª série que conheci a melhor pessoa que poderia ter passado por minha vida educacional, a professora Neusa Assis, que me fez competente quanto ao português. Mulher religiosa, igualitária, compromissada, pacienciosa e que nos oportunizava: redações, correções/reescrita, leitura silenciosa, após oral, compartilhada, leitura de um livro semanal, caderno de resumo dos livros que li, roda de conto, ortografia, análise de texto e respostas as questões da forma correta...
Após passaram outras por minha vida nessa área como: Beatriz (Duartina-SP – E.M) e Sônia Molina (Garça-SP – magistério). Quanto a matemática tudo foi muito tradicional, sofrido e nível médio a ruím de aprendizado para aplicação na vida.
Logo de cara, saindo do ensino médio, a primeira muralha um concurso para agente do IBGE (CENSO) e não tinha nada de base para matemática financeira. Mas, a vida nos causa momentos que nem sabemos que não vivemos sem propósito e passei em 2º lugar para agente da minha cidade, graças a uma conversa que presenciei entre meu namorado (professor) e meu pai (que só tem 2ª série) sobre porcentagem. A conversa que me gravou foi 10% de 1000 é 100, de 100 é 10, de 10 é 1 e de 1 é 0,10. Assim, fiquei achando a razão entre valores que tinha nos problemas do concurso, das diferentes porcentagens, fui a última a sair da sala, porém valeu a pena.
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